quarta-feira, 29 de outubro de 2008

definição de amor platonico





OLHOS NOS OLHOS,

MÃO NA MÃO,

MÃO NA COISA,

COISA NA MÃO,

COISA COM COISA....

.... É QUE NAO!!!

terça-feira, 28 de outubro de 2008

encontros e desencontros



há qualquer coisa que nao está a bater certo em mim... mas nao consigo perceber o porque... porque é que tem que ser sempre assim...


sinto coisas que nao devia sentir... e vejo coisas que nao devia ver, ou entao já devia ter visto á muito mais tempo....


apareces á pouco tempo... e foi como se desde sempre fizesses parte da minha vida...


a vida dá multa volta... e apesar do destio estar traçado, podemos moldar-nos a ele e ir onde ele vai... ou lutar para ir pelos caminhos que nos queremos para nós... neste momento estou parada porque preciso de repensar bem... há pessoas que ja nao fazem parte do meu caminho e eu ainda nao as deixei ir... mesmo percebendo que elas nao me deixam evoluir e ser eu propria, antes pelo contrario... ainda (nao encontrando um razao logica para explicar) nao as deixei partir... mas estou neste momento de tesoura na mao para cortar o fio que me prende a essas pessoas.


Outras estão a chegar... umas aceitei bem de mais, o que me deixa confusa... outras ainda me estou a adaptar....


E a vida é assim mesmo feita de encontros e desencontros...


muitas vezes no presente nao percebemos o porque de certas coisas acontecerem assim... mas com o tempo, vamos percebendo que ate foi melhor assim, e que acontecem sempre coisas, ou algo ainda melhor para nos...


eu... lol... ja percebi o porque de ter acontecido e aceitei... a parte do melhor... é que nunca chega e nem vai chegar...


e o natal aproxima-se... mas o que esta escrito no meu destino... seja quem for e o que for.. nao se vai realizar... talvez por nao merecer ser feliz como as outras pessoas...


talvez porque nao nasci para mim... mas para os outros!!!


segunda-feira, 27 de outubro de 2008

brincadeiras em familia...


o que tres copos de vinho em familia nao fazem..... lol

eu, a minha manita linda e o meu pai...
hihihihi....

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

i will survive

At first I was afraid,
I was petrified,
Kept' thinkin'
I could never live without you by my side,
But then I spent so many nights thinkin' how you did me wrong,
I grew strong, and I learned how to get along,
And so your back, from outer space,
I just walked in to find you here with that sad look upon your face,
I should've changed that stupid lock,
I should've made you leave your key,
If I had known for just one second you'd be back to bother me,
Go on now go, walk out the door,
Just turn around now, you not welcome anymore,
Weren't you the one who tried to hurt me with goodbye,
Did you think I'd crumble, did you think
I'd lay down and die,Oh no not I,
I will survive,
For as long as I know how to love
I know I'll stay alive,
I've got all my life to live;
I've got all my love to give,
And I'll survive,
I will survive,Hey, Hey!
It took all the strength
I had not to fall apart,
And trying hard to mend the pieces of my broken heart,
And I spent oh so many nights just feeling sorry for myself,
I used to cry, but now
I hold my head up high,
And you'll see me, somebody new,
I'm not that chained up little person still in love with you,
And so you felt like droppin' in and just expect me to be free,
Now I'm savin' all my lovin' for someone who's lovin' me,
Go now go, walk out the door,
Just turn around now, cause' your not welcome anymore,
Weren't you the one who tried to break me with goodbye,
Did ya think I'd crumble, did ya think
I'd lay down and die,
Oh no not I,
I will survive,
For as long as
I know how to love
I know I'll stay alive,
I've got all my life to live,
I've got all my love to give,A
nd I'll survive,
I will survive.

um bom slide

http://www.slide.com/r/wsF2lHSf6T9dCSKD9bVjZ9MI6ni1WGXL?previous_view=mscd_embedded_url&view=original

sábado, 18 de outubro de 2008

aconteceu


Há sempre algo que acontece na nossa vida que tem um motivo, uma paixão é um desses casos. Criamos sonhos, expectativas, ilusões e voamos sem saber onde vamos parar. Depois... depois é que chega o pior, pisamos os pés em terra firme e nos damos conta que a vida não é um sonho e que aquilo que sentimos, puramente se desvanece como um baralho de cartas...
As ilusões levam-lhes o vento, as desilusões são o que ficam e marcam.

Tentamos ser felizes, a muito custo muitos conseguem, outros passam dias, meses, anos à espera que a felicidade lhes bata à porta. Muitos esperam que o seu coração descanse em paz e que tenha amor para receber, igual ou maior que aquele que tem para dar... mas, por vezes, a felicidade não passa de uma simples ilusão, que tarda a chegar e que, não raras as vezes, chega e evapora...

ai temos que ser fortes e seguir em frente... e acreditar que não somos assim em vão...

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

agora...

Magoa a todos, mas magoa mais a mim!
Posso ser eu a provocar a minha dor, mas acreditem que também vou ser eu a superar-me e a tornar-me melhor.
Podem acusar-me de não ter conseguido, mas não me podem atirar à cara que eu não tentei.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

preciso de ouvir...


Uma certeza... E mesmo que as lágrimas o fizessem sorrir,os soluços acalmassem a sua dor e os machucados alegrassem sua frustração; procurarias um jeito equivalente de demonstrar suas fraquezas. Um motivo... Os seres humanos se vitimam, escutam a mesma música para se sentirem pior, batem na mesma tecla lembrando o mesmo momento e bebem para piorarem no dia seguinte. Para quê? Para provarem a si mesmos sua fragilidade e mostrarem aos outros que necessitam de atenção. Ao invés de fazerem da tesmpestade uma verdadeira festa e apontarem sua capacidade diante do tempo e da redenção. Uma solução... Fazer as lágrimas sofridas se transformarem em desabafo, fazer das músicas tristes um trampolim para as festivas, fazer aquele momento ser apenas mais uma conseqüência da vida, trocar as bebidas que garantiriam segurança, por uma saída com os amigos, mesmo acompanhado de refrigerante. Uma conclusão... A vida é uma grande roda-gigante, uma hora estamos em cima, noutra estamos em baixo. Certifique-se de que não está indo longe demais, tentando se suicidar nos momentos de altitude, e deixando os momentos baixos deixarem você cair. Encare o tempo como ele deve ser encarado, passasseiro e curador. 


  {Juliana Bender}

grito




Há alturas na vida

Em que se sente o pior

Como que uma saída

Refúgio na dôr

E ao olhar para trás

Pensar no que aconteceu

O que se vê não apraz

Não gritou mas escondeu

E salta a fúria em nós

Rebenta o ser mais calado

Querer puxar pela voz

Mostrar que está revoltado

À espera o tempo a passar

A desesperar

Ganhar a coragem de gritar e gritar

E é nestas alturas

Sou eu mesmo que o digo

Repensamos na falta

Que nos faz um amigo

Alguém que nos mostre a luz

E nos estenda uma mão

Diga que a vida não é cruz

Olhar para trás pedir perdão

E salta a fúria em nós

Rebenta o ser mais calado

Querer puxar pela voz

Mostrar que está revoltado

À espera o tempo a passar

A desesperar

Ganhar a a coragem de gritar e gritar...

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

25 segredos...

1. só adormeco quando ta tudo escuro... nem uma luzinha
2. adoro ouvir os outros e ajuda-los
3. nao sei falar linguas...
4.adorava sair de portugal, mas tenho muito medo
5. choro por tudo e por nada
6. nunca comi comida chinesa
7. tenho medo de nao conseguir acabar o curso
8. adoro acampar com os amigos... mesmo que isso seja raro de acontecer
9. nao me dou muito bem com os mmeus pais mas nao consigo ficar muito tempo sem eles
10. sou muito periguiçosa
11. vou refazer a minha vida
12. nao defino objectivos vivo a vida um dia de cada vez
13. nao consigo tar num sitio muito tempo
14. gosto de pessoas... mas nao gosto quando elas me surpreendem pela negativa
15.qaundo nao ta ninguem em casa ponho a musica a altos berros e danço
16. gosto de sentir que sou importante para alguem e essa amizade é sincera
17.sou ingenua
18. a minha parte do corpo que eu amis odeio é as pernas
19. sempre quiz fazer uma tatoo
20.temo medo de ficar sozinha na solidao
21. sou um livro aberto e em aberto
22. gostava de ser cantora
23. quero ir fazer voluntariado
24. gosto de musicas que ninguem gosta
25. procuro renascer...

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

amigos...


Tenho amigos que não sabem
o quanto são meus amigos.
Não percebem o amor que lhes devoto
e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre que o amor.
Eis que permite que o objecto dela
se divida em outros afectos,
enquanto o amor tem intrinseco o ciúme,
que não admite a rivalidade.
E eu poderia suportar, embora não sem dor,
que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!
Até mesmo aqueles que não percebem
o quanto são meus amigos e o quanto a minha vida depende de suas existências...
Alguns deles não procuro,
basta-me saber que eles existem.
Esta mera condição me encoraja
a seguir em frente pela vida.
Mas, porque não os procuro com assiduidade, não lhes posso dizer o quanto gosto deles.
Eles não iriam acreditar...
Muitos deles estão lendo esta crónica
e não sabem que estão incluídos (...)

domingo, 21 de setembro de 2008

desabafo


Gostava de poder voar... sabes, voar livremente...

Gostava de poder dar um apasso, um passo que fosse unicamente meu...

Gostava de poder amar, amar verdaderamente...

Gostava de poder chorar, lagrimas puras e cristalinas, em vez das gotas de agua sem significado que me poêm nos olhos...

Se eu apenasme pudesse libertar destas corretes...

Destas correnets que me prendem a um mundo na qual eu nao quero estar...

Se eu ao menos podesse ser eu, e nao aquilo que os outros qerem, veêm em mim...

Talvez fosse tudo diferente...

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

ajudem-me...


Só é preciso alguns segundos para magoar alguém e com isso abrir feridas profundas, mas são necessários muitos anos para curá-las. Quantos anos? Depende da profundidade da ferida? Como medidos, um ano por cada milímetro de profundidade da ferida? Isso seria assim se a ferida fosse visível, mas não é dessas feridas que se está a falar.
Aquelas feridas que estão por dentro, sabemos qual a sua dimensão? Diâmetro, profundidade, largura, seja o que for? Os outros não sabem, porque medem o tamanho das nossas feridas pela sua própria experiencia, tipo, eu já passei por algo parecido e superei mal ou bem, essa ferida passa rápido porque a minha é muito pior. E nós? Sabemos o tamanho das nossas feridas?
O tamanho das nossas feridas é um reflexo da nossa maneira de estar e ver o mundo, porque o que nos acontece parece mais traumático quando estamos numa fase da vida mais sensível, depende do que ficámos a perder ou a ganhar, o que tivemos que abdicar, se nos humilhou ou simplesmente nos entristeceu.
Mas se percebermos que temos uma ferida, que já é um grande passo, e tem alguma profundidade, mesmo não sabendo ao certo quanto, como podemos curá-la?
Se essa ferida foi feita por alguém, quanto tempo ou o que é preciso para curá-la? Um pedido de desculpas, vários pedidos de desculpas, imensos pedidos de desculpa? Que o outro sofra o que nós sofremos? Que simplesmente o tempo passe e isso pareça menos importante e a ferida acabe por fechar?
Será que basta deixar passar o tempo? Até pode ser, pelo menos a dor diminui, mas será que sempre que carregarem nesse sítio onde antes esteve uma ferida tão aberta a dor não voltará? E sempre que esse alguém se aproximar de nós não teremos receio de nos magoarmos de novo?
Como é que se consegue perdoar ou quando podemos esperar ser perdoados? Errar é humano, mas ficar magoado também, e nada se cura sem esforço. Será que o primeiro passo para perdoarmos alguém é percebermos que esse alguém teve noção de que fez mal ou do quanto fez sofrer? Será sempre preciso tempo, mas não é mais importante o que se passa nesse tempo que ditará ou não o perdão?
"Importante é o que fazemos do que fizeram de nós." Mas será que um dia conseguimos fechar as feridas, seguir em frente, sem rancor, sem dor, sem por alguns momentos nos vir à memória o que passamos e parece que a ferida volta a abrir-se? Será que um dia nos lembraremos desses momentos sem dor, e conseguiremos perdoar os envolvidos? Mesmo já tendo feito grande coisa de nós com o que fizeram conosco?

perdoo-me

Perdoo-me pelas horas de espera, de noite, de dia, perdoo-me pelos telefonemas que nunca fizeram, pelas verdades que disseram tarde demais ou sem pensarem antes de falar. Perdoo-me por não terem gostado o suficiente, por não terem respeitado, por terem passado por cima. Perdoo-me pelas frases feitas, pelas conversas forçadas, pelas horas perdidas.
Perdoo-me por não se terem lembrado, por me terem usado, por não me terem avisado. Perdoo-me pelas horas que falaram e só ouvi, por nunca quererem saber, por julgarem pelo que vivi. Perdoo-me pela vergonha, por não me mostrarem, por não chegarem…
Perdoo-me por tudo o que chorei, pelas noites que fiquei sem dormir, pelas refeições que não comi. Perdoo-me por ter chorado ao telefone e nunca terem notado, por terem sentido e me terem abandonado.
Perdoo-me por me terem deixado marcas que ainda hoje tento curar, pelas pessoas que pelo caminho magoei. Perdoo-me por ter vivido só para cada um, sentido só por voces e ter deixado de lado eu propria. Perdoo-me pelo que mudaram, pelo o que disseram, por tudo o que fizeram.
Perdoo-me por conseguirem dormir de noite, por terem seguido sem olhar para trás, por não terem respeitado e não me terem deixado em paz. Perdoo-me por acharem que podem fazer o que querem, quando querem a quem querem.
Perdoo-me pela pessoa arrogante e sem sentimentos que ajudei a criar. Perdoo-me por ninguém saber, nem perceber tudo o quer se passou. Perdoo-me por aqueles que não sabem, não viram, nem querem saber.
Perdoo-me pelas decisões que tomei por voces, pelo que me sujeitei, por tudo o que me tornei. Perdoo-me pelo medo que me fizeram ter, por ainda hoje tremer quando penso no que passei. Perdoo-me pelas vezes que fui ter onde não devia, pelas palavras brutas e sem pensar.
Perdoo-me pelos sonhos que tive, que me criaram, que me iludiram e nunca souberam admitir. Perdoo-me por ainda não conseguir ver o amor com os mesmos olhos, sem medo, sem desconfiança, sem esperar mentiras.
Perdoo-me pelo que faço os outros passar por achar que todos serão como voces. Perdoo-me porque ainda não me consigo entregar do mesmo modo, perdoo-me por me fazerem pensar que mereço pouco e posso me contentar com pouco.
Perdoo-me a mim, mas se calhar um dia perdoo-me a voces e voces perceberao o que fizeram e sobre tudo o que perderam...

a cura



Qual foi a cura? Pisar relva, muitas vezes ao dia, durante algum tempo. Pensar em tudo e ao mesmo tempo não pensar em mais nada. Dormir muito e dormir pouco. A cura está nas árvores, no ladrar e na espera.
Curar por avançar e curar por recuar. Sentir e ignorar. Paz, mas ao mesmo tempo barulho, movimentação, uma música animada no ouvido e silêncio, muito silêncio. Chegar perto e ficar muito longe. Gritar e ficar calada, falar o que era preciso e deixar muita coisa por dizer. Aceitar a vida como ela é e ao mesmo tempo contrariar tudo o que leva ao desvio de um percurso. Sentar e levantar e começar a caminhar.
Olhar para dentro, para fora, de dentro para fora e de fora para dentro. Olhar em volta, para perto e para longe.
Sonhos e pesadelos que continuam a existir mas que parámos de acreditar e alimentar. Adquirir o novo de dar valor ao antigo. Mudar e voltar ao que era. Perceber que algo simplesmente se desligou, adormeceu, falhou, mas que mais cedo ou mais tarde liga, acorda e volta a trabalhar.
A cura, essa está em tudo, em todos, e principalmente em nós quando menos esperamos.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

amor e paixao


Acredita, não é fácil diferenciar, mas amor e paixão são tão intimamente antagônicos entre si quanto semelhantes na aparência. Apaixonar é sentir no ar a presença de uma ausência, e por ela clamar incondicionalmente. Amar é sentir no ar a mesma presença de uma ausência, mas ter a certeza de que nem o tempo e nem o espaço poderão impedir que a primeira se manifeste em lugar da segunda no tempo e momento certos. Paixão é a lágrima que queima na face, pela ausência da parte que te completa. Amor é a mesma lágrima que o rosto marca, mas pela alegria da certeza de que em algum lugar o outro vibra em vida. Paixão é perder as esperanças quando as aparências falam mais alto. Amor é o máximo de esperança quando se tem o mínimo de possibilidades. Paixão é ter que dizer adeus quando se quer dizer "é muito cedo" Amor é jamais dizer adeus, pois a certeza da permuta continua pelos espíritos. Paixão é ter que dizer "esqueci-te" quando se permite que o outro se torne o maior motivo para que vivamos. Amor é fazer com que o outro viva verdadeiramente connosco, ainda que distante. Paixão é desejar o oceano, pra se embriagar de satisfação mútua. Amor é satisfazer-se mutuamente, ainda que com uma pequena gota. Paixão é desejar o céu, para que ele seja testemunha do próximo acto. Amor é contentar-se apenas com uma estrela que justifique a razão do encontro. Paixão é como ter todas as pessoas do mundo e querer apenas uma. Amor é fazer de todas as pessoas do mundo, motivos para chegar até aquela que ainda não pode estar connosco. Paixão é passageira. Amor é duradouro. Paixão alimenta sensações. Amor alimenta vibrações.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

magoar-me






Ás vezes pergunto-me quem é que me magoa mais... se és tu, se sou eu...
sou eu, por achar que a culpa é tua... quando pensando bem na realidade é somente minha...

vem cá

http://www.youtube.com/watch?v=kJNhvxhw80E

(Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,
Quando... não estas...)
Eu não consigo perceber por favor diz me a mim;
Mudaste tanto desde o dia em que eu te conheci;
Parece fácil esquecer mas só eu sei a dor;
Sinto falta do teu abraço, desse teu calor;
Custa me muito continuar sem pedir;
Um beijo de bom dia e a vontade de sorrir;
Sair p'ra rua e gritar que só te amo a ti;
Ver-te na minha cama toda nua e sentir;
Falar bem baixo no teu ouvido sem te acordar;
Dizer-te que és tudo que nunca te vou deixar;
Fazer as juras de sangue, saliva ou suor;
Contar te a minha vida e entregar te o meu amor;
Eu juro não, juro não, eu juro não te vou deixar...
Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,
Quando não estás (quando não estás).
Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,
Quando não estás (quando não estás).
Será que vai ser tão difícil ter o teu olhar;
Despir a tua voz e conseguir fazer te amar;
Pois o amor não tem sentido, não tem explicação;
Eu e tu sempre fomos um, não entendo esta divisão;
Não posso ser, não posso acreditar estiveste aqui;
Não sei se foste por azar ou se tava escrito assim;
Não sei se é normal olhar p'ra trás, pensar que
estás;
Não sei se é banal, mas juro não te vou deixar;
Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,
Quando não estás (quando não estás).
Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,
Quando não estás (quando não estás).
Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,
Quando... (quando...) quando não estás...

domingo, 7 de setembro de 2008

Mamma Mia !

fui ver o mamma mia e adorei... Acho que quem nao for assistir a este musical nao sabe o que perde... vale mesmo a pena...
aqui fica um bichinho...
http://www.thesingingstage.com/2008/06/mamma-mia-movie-soundtrack-sampler.html

indiferença


Ao mesmo tempo em que se quer, larga.

Ao mesmo tempo em que se deseja, dissipa.

Ao mesmo tempo em que se cuida, despreza.

Ao mesmo tempo em que se conversa, cala.

Ao mesmo tempo em que se abre, fecha.

Ao mesmo tempo em que se vai, volta.

Ao mesmo tempo em que se dá um passo à frente, dá outro atrás.

Ao mesmo tempo em que se grita, cala.

Ao mesmo tempo em que se corre, para.

Ao mesmo tempo em que se acelera, freia.

Ao mesmo tempo em que se anseia, cessa.

Ao mesmo tempo em que se constrói, quebra.

Ao mesmo tempo em que se sente saudade, apaga.

Ao mesmo tempo em que se pensa, desaparece.

Ao mesmo tempo em que se ilumina, escurece.

Ao mesmo tempo em que se cresce, retrocede.

Ao mesmo tempo em que se bebe, tem sede.

Ao mesmo tempo em que se embriaga, lucida.

Ao mesmo tempo em que se sonha, acorda.

Ao mesmo tempo em que se admira, tranca.

Ao mesmo tempo em que se exige, é cobrado.

Ao mesmo tempo em que se dorme, desperta.

Ao mesmo tempo em que se perde, acha.

Ao mesmo tempo em que se busca, perde.

Ao mesmo tempo em que se tenta entender, complica.

Ao mesmo tempo em que se insere, retira.

Ao mesmo tempo em que se acredita, desconfia.

Ao mesmo tempo em que se diz verdade, mente.

Ao mesmo tempo em que se sabe, desaprende.

Ao mesmo tempo em que se louva, vitupera.

Ao mesmo tempo em que se decifra, escurece.

Ao mesmo tempo em que se ama, odeia.

Ao mesmo tempo em que nasce, morre.